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A CURA DA DUALIDADE E A LIBERTAÇÃO DE ALMAS PRESAS Mensagem de Horus, Sekmet e Estrelas Anciãs por Aluna Joy 18 de março de 2012 – Mensagem #7 |
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| Templo de Kom Ombo - Egito | ||||
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A seguinte é a 7ª mensagem que recebemos no Egito em março passado
durante o Equinócio. Podem encontrar outras mensagens nossas na nossa
página em www.alunajoy.com, no item “Artigos para a Transformação
Pessoal e Planetária”. Devem lê-las por ordem visto que cada uma é a
continuação da anterior. Partilhamos esta mensagem aqui convosco, tal
como a recebemos, no tempo presente, muito pouco editada. Fazemo-lo por
uma razão muito importante. Sabemos que as mensagens que recebemos não
são só para os nossos grupos, mas também para os outros. Os Mestres
Atlantes/Egípcios e as Estrelas Anciãs garantem-me que esta mensagem e a
energia correspondente serão transmitidas para vocês. Então, à medida
que as leem, podem imaginar que estão connosco. Da mesma forma, vejam as
fotos no site que partilhamos, estas também mantêm alguma energia dos
lugares. (Mensagem antes de entrarmos no Templo de Kom Ombo) |
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Tornou-se bastante óbvio que tem havido uma progressão de eventos na nossa jornada que não é costume, muitas vezes fazemos metade do caminho da jornada até reconhecermos os padrões. No primeiro dia no Museu do Cairo, Kelly disse-me para observar Sekmet para ver o que obtinha. Sekmet nunca tinha falado comigo no passado, por isso pensei “Porque não. Vou fazer outra tentativa,” e recebi uma mensagem: “Volta.” Mas a mensagem não era para voltar ao Museu do Cairo. Portanto, quando tivemos oportunidade de ir a Karnak e passar quase uma hora com Sekmet, descobrimos que Sekmet estava a dizer para voltarmos para o templo dela em Karnak. E Sekmet deu-nos este espaço – não 10 minutos, não 15 minutos, mas quase uma hora inteira no templo dela. Enquanto estivemos aqui, ela curou e limpou-nos, preparando-nos para algo: um trabalho talvez. Lembram-se quando estivemos aqui no Templo em Karnak, eu disse que Sekmet estava a dar-nos algo. Não consegui perceber o que era, mas ficou claro que estávamos a receber alguma coisa dela. Só esta manhã (depois da nossa experiência em Edfu) percebi o que Sekmet nos estava a dar (e aos que estão a ler esta mensagem). Ontem quando estávamos fora do templo em Edfu, senti muito intensamente a presença de Horus. A sensação foi realmente muito forte e pensei, oh meu deus, isto vai ser incrível. Depois, quando entrámos no templo a energia ficou muito tranquila e vazia. Não ficou vazia por não estarem lá turistas; foi porque Horus se afastou. Quando entrámos no templo, sentimos que a energia da antiga Atlântida (a energia mal utilizada da Atlântida) tinha sido enterrada debaixo do templo e Horus tinha clamado vitória sobre esta energia extremamente dissimulada. Na altura, não reparámos ou sentimos o quanto esta energia sombria nos estava a esgotar. Mas quando voltámos para fora do templo, todos estavam completamente exaustos – e isto foi depois de dois dias de cruzeiro e levando com calma. No final do dia, mal acabámos de jantar corremos todos para a cama. O nosso nível de energia estava imensamente alterado por visitarmos o Templo de Edfu. Esta manhã, assim que acordei recebi a mensagem de que Horus se tinha afastado porque Sekmet lhe dissera que estávamos lá para colher alguma da energia subqualificada da Antiga Atlântida a partir de baixo do templo. Se Horus tivesse lá estado, ter-nos-ia impedido de o fazer porque ele protege o templo dessas fugas de energia negativa. Portanto, sem a sua proteção, absorvemos alguma dessa energia. Sekmet tinha-nos posto ao serviço. O interessante é que no ano passado organizámos esta viagem no sentido contrário ao Nilo em comparação com este ano. Fomos primeiro para o templo de cura de Kom Ombo e, em seguida, para Edfu. Tal como ontem, quando o nosso grupo foi a Edfu, fomos tremendamente drenados. Tínhamos que efetuar este trabalho pesado por nossa conta sem a ajuda de Sekmet e do templo de Kom Ombo. Este foi um grande teste para nós, e também nos tornou mais fortes. Mas foi difícil. Quando chegámos a casa, levou muito tempo para processarmos, libertarmos e transmutarmos esta energia negativa. Ontem, quando olhei à volta da mesa da sala e percebi que todos tinham captado esta energia negative novamente, fiquei aborrecida. Pensei, “Novamente, não.” Mas hoje vamos para Kom Ombo, o templo da cura da dualidade. Precisamos de proclamar isso dentro de nós e, porque pretendemos “dizer não”, vamos agora pegar na velha energia escura da Atlântida que Sekmet quis que limpássemos e entregá-la ao templo em Kom Ombo para ser reciclada. O Templo de Kom Ombo sabe o que fazer com esta energia negativa. Curiosamente,
o significado estrutural do Templo de Kom Ombo tem a ver com a
compreensão da luz e da escuridão e o equilíbrio entre estas energias
contrárias na plenitude do centro. Ao entramos no templo, veremos duas
pedras de altar, dois Sagrados dos Sagrados – uma à esquerda e outra à
direita. Não importa qual delas representa a luz ou a escuridão porque
penso que as pedras são idênticas. Por outras palavras, não importa de
que forma trabalharmos as pedras do altar e as energias. Mas devemos
trabalhar com ambas para curar a dualidade. Cada um no grupo recebeu um Coração de Quartzo Rosa no início da viagem, e temo-los transportado nos nossos bolsos. Tive um apelo para trazer os corações de quartzo rosa para o grupo, que é um cristal de cura, nesta peregrinação. Temo-los transportado connosco por todos os lugares que visitámos. Sekmet descarregou um programa de cura para o cristal. Depois, levámos estes cristais para Edfu, onde eles (e nós também) absorveram a energia. Os cristais em coração de quartzo rosa transportam esta energia e são como que um registo da energia da nossa viagem. Quando entrámos no templo em Kom Ombo, visto que é um templo muito aberto, os guardas conseguiam ver tudo o que fazíamos. Por isso, não meditamos com os olhos fechados até conseguirmos um espaço, e Hatam (o nosso guia egípcio) nos permitir avançar. Vamos fingir e agir como se fossemos turistas. Não temos que fazer nada exteriormente, fora de nós mesmos, para realizar o que precisamos de fazer. Sekmet está a pedir-nos para descarregarmos a energia que absorvemos no templo em Edfu. Nós (e os que leem esta mensagem) somos fortes e estamos preparados para esta tarefa. A velha energia não nos teria sido dada a menos que fossemos capazes e estivéssemos preparados para a descarregar no templo em Kom Ombo e deixar que esse lugar limpasse a energia. Foi para isso que este lugar foi criado. Por isso, quando descarregarmos a velha energia enquanto estivermos no Templo de Kom Ombo, queremos seguir os nossos corações – cada um de nós fazendo o que parece certo. Primeiro, queremos colocar o cristal em coração em cada altar em cada lado do templo e talvez, em seguida, colocá-lo no meio. Vamos ter que ser detetives, como agentes infiltrados. Depois, vamos proclamar interiormente – na nossa Presença “Eu SOU” e com os Mestres como nossas testemunhas – que soltamos toda a energia negativa absorvida ontem e que permitimos que a mesma seja limpa e purificada porque a nossa tarefa não é levarmos a velha energia para casa connosco. É importante permanecermos conscientemente cientes de que estamos neste momento a soltar não apenas as feridas das nossas vidas passadas da Atlântida, mas também a antiga energia da Atlântida (incorrida por nós no templo) que Sekmet pediu e confiou que tomássemos conta. Estão preparados? Somos agora guerreiros de Sekmet com o nosso rugido de leão. Vamos. (Mensagem de Aluna após a entrada no Templo de Kom Ombo) Sinto a energia à volta do meu coração. Está a equilibrar as energias positivas e negativas. Os guardas locais deram-nos espaço. Enviamos amor para os guardas e turistas que decidiram ir numa direção diferente. Aqueles de nós que não o fizeram, podem desejar colocar os seus cristais em coração no chão no centro por apenas um segundo ou dois e deixá-los serem também limpos porque estes vão transportar a carga para o resto da viagem. Vamos todos ficar no ponto central porque todos captámos alguma da antiga energia do passado que precisa de ser limpa aqui. Horus afastou-se; ele sabia que somos servidores da luz e que viemos cá para fazer este trabalho. Os Mestres, Guias e as Estrelas Anciãs distribuíram-nos uma tarefa e colocaram-nos ao serviço. Esta é a razão pela qual chamamos a esta viagem uma peregrinação. Agora, estão a enviar-nos agradecimentos e bênçãos por sermos fortes o suficiente para carregarmos a energia que captámos ontem, apesar de não o termos notado na altura. Na verdade, faz tudo parte do plano divino de Horus e da deusa Sekmet. Obrigada, Grande Diretor Divino. Obrigada à Presença “Eu SOU”. Obrigada aos Mestres Ascensos, Guias, Guardiões e Anjos por nos confiarem esta tarefa. Obrigada, Jesus; obrigada Mãe Maria; Maria Madalena; a todos os Sete Raios dos Mestres Andinos, a todos os Sete Raios dos Arcanjos, obrigada por nos juntarem para realizarmos esta tarefa. Obrigada por confiarem em nós para a levarmos a cabo e que o nosso trabalho possa ativar outros grupos a fazerem o mesmo para que a antiga energia da Atlântida e toda a energia subqualificada possa ser total e completamente eliminada do Templo de Seth e reciclada. Que o que nós começámos possa tornar-se uma onda de energia para limpar a Terra da sua energia subqualificada para todo o tempo, até tão longe como o futuro, como os Mestres preveem – por eras e eras futuras. Através do tempo, espaço e dimensão, passado, presente e futuro; corpo, mente e espírito; sete dias por semana, 24 horas por dia, 365 por ano. Possa a LUZ ser tão fortemente ancorada que nada nunca mais, em toda a eternidade, seja capaz de abalar as suas raízes. E assim seja, porque assim o dizemos. Nós somos o “Eu SOU” – ISSO é quem somos. Quando pretendemos/invocamos/oramos de uma maneira tão explícita – quando proclamamos a presença “Eu SOU O QUE EU SOU” – não estamos apenas um pouco motivados; estamos a dar TUDO. E assim seja. Nota posterior… Exatamente após o nosso trabalho em Kom Ombo, olhámos para o céu e vimos milhares de garças azuis muito alto no ar. Estranhamente, pareciam não se estar a mover. Depois piscámos os olhos e elas tinham desaparecido. As Estrelas Anciãs dizem que os milhares de garças eram os espíritos dos seres da Atlântida que tinham acabado de ser libertados e estavam agora livres. Mais uma vez o estranho sonho que Aluna tivera muitas noites atrás, “O Nascer Livres”, teve um significado ainda mais profundo. ALUNA JOY YAXKIN é uma autora de renome internacional, formadora de vida espiritual, guia de sítios sagrados, de histórias alternativas, pastora ordenada e mística moderna. Inspira e incentiva os outros a reconhecerem a sua própria divindade autêntica e ligação a Deus. Se gostaria de comentar esta mensagem, em vez de nos escrever um email (de qualquer maneira não nos é possível responder a todos), pode publicar nesta ligação para TODOS poderem ler e tirar partido das vossas maravilhosas perceções . OBRIGADA http://www.alunajoy.com/2012-mar18.html |
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Direitos de Autor 2010 – É concedida permissão para copiar e distribuir
este artigo na condição de que o seu conteúdo seja mantido intacto, os
créditos sejam totalmente atribuídos ao autor e seja distribuído
gratuitamente. CENTRO DO SOL – Aluna Joy Yaxk’in, PO Box 1988 Sedona, AZ
86339 USA Ph: 982-282-6292 Ph/Fax: 928-282-4622 – Email:
[email protected]:
www.AlunaJoy.com Tradução: Ana Belo – [email protected] |
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